{"id":8148,"date":"2025-01-24T18:16:33","date_gmt":"2025-01-24T18:16:33","guid":{"rendered":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/?post_type=portfolio&#038;p=8148"},"modified":"2025-01-26T17:47:30","modified_gmt":"2025-01-26T17:47:30","slug":"o-cooperativismo-integral-em-portugal","status":"publish","type":"portfolio","link":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/o-cooperativismo-integral-em-portugal\/","title":{"rendered":"O Cooperativismo Integral em Portugal"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;O Cooperativismo Integral em Portugal&#8221; font_container=&#8221;tag:h1|text_align:left|color:%236A096A&#8221; google_fonts=&#8221;font_family:Anton%3Aregular|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1737742649133{margin-top: 60px !important;}&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1737756446576{margin-top: 10px !important;}&#8221;]<strong>Jorge Gon\u00e7alves, PorVir<\/strong><\/p>\n<p>Tempo aproximado de leitura: 10 minutos[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cooperativismo integral tem crescido significativamente em Portugal, existindo uma <span style=\"color: #d88b39;\"><a style=\"color: #d88b39;\" href=\"https:\/\/redecoopintegral.org\/\"><strong>Rede de Cooperativas Integrais<\/strong><\/a><\/span>, constitu\u00edda atualmente por cooperativas distribu\u00eddas de norte a sul do pa\u00eds, em zonas urbanas e rurais, no litoral e no interior, e tamb\u00e9m em Espanha pois n\u00e3o \u00e9 uma rede nacional, apesar de ter surgido em Portugal.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;3\/4&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma cooperativa integral, por defini\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma cooperativa multisectorial<sup>1<\/sup> que tem a particularidade de poder atuar em todos os campos necess\u00e1rios ao viver: produ\u00e7\u00e3o de qualquer tipo de produto (p. ex. agr\u00edcola, artesanato, cosm\u00e9tica, maquinaria, roupa, livros, etc.), presta\u00e7\u00e3o de qualquer tipo de servi\u00e7os (p. ex. arquitetura, design, constru\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o, consultoria, engenharia, artes, ensino, sa\u00fade, apoio a idosos, entre outros), e desenvolvimento de projetos de habita\u00e7\u00e3o. N\u00e3o significa que uma cooperativa integral tenha todos estes produtos e servi\u00e7os na sua estrutura (ou seja, fornecidos ou organizados pelos seus membros), mas que permite aos seus membros atuar em todos eles, de forma individual ou coletiva, caso necessitem de uma plataforma legal para o fazer.[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #d88b39;\"><sup>1\u00a0 <\/sup><\/span><\/strong>Multisectorial significa que tem nos seus estatutos pelo menos dois ramos cooperativos.<\/span>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row css=&#8221;.vc_custom_1737761723312{margin-top: 10px !important;}&#8221;][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cooperativas integrais aparecem para responder a um sistema legal e fiscal que torna cada vez mais burocr\u00e1tico, complexo e caro, para uma pessoa ou grupo poder fazer qualquer tipo de atividade (p. ex. formalizar uma entidade, ter contabilista, tratar de procedimentos nas finan\u00e7as ou seguran\u00e7a social, ter conta banc\u00e1ria, etc.). Devido a estas dificuldades, muitas pessoas acabam por desistir dos seus projetos, e acabam por trabalhar para entidades patronais que poder\u00e3o pagar baixas remunera\u00e7\u00f5es, ou por fazer trabalhos com os quais, por vezes, n\u00e3o se identificam, desistindo de desenvolver o seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio, projeto social, de habita\u00e7\u00e3o, ambiental, entre outros, consoante as suas necessidades e interesses.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row css=&#8221;.vc_custom_1737761693030{margin-top: 10px !important;}&#8221;][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #d88b39;\"><sup>2\u00a0 <\/sup><\/span><\/strong>\u201cO termo <a href=\"https:\/\/www.cmcd.pt\/media\/2017\/manual-das-bio-regioes.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><span style=\"color: #d88b39;\">Bio-regi\u00e3o<\/span><\/strong><\/a> refere-se a um territ\u00f3rio, dentro do qual existe coopera\u00e7\u00e3o entre todos os seus atores, que identificam a agricultura biol\u00f3gica ou a agroecologia como o pilar do desenvolvimento rural. Nestes territ\u00f3rios, os\/as agricultores\/as e as suas associa\u00e7\u00f5es, operadores tur\u00edsticos, consumidores\/a e poder local, assinam um acordo para a gest\u00e3o sustent\u00e1vel dos recursos locais, partindo do modelo biol\u00f3gico de produ\u00e7\u00e3o e consumo (circuitos curtos de comercializa\u00e7\u00e3o, grupos de compras solid\u00e1rias, integra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o local nas cantinas p\u00fablicas e atividades de restaura\u00e7\u00e3o, hotelaria,anima\u00e7\u00e3o tur\u00edstica)\u201d.<br \/>\n<\/span>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;2\/3&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em vez de cada projeto ou grupo ter de criar uma entidade para cada fim, com tudo o que tem envolvido, basta haver uma cooperativa integral que serve como plataforma, que permite que qualquer pessoa de um determinado territ\u00f3rio &#8211; o que for definido pela cooperativa (p. ex. aldeia, bairro, cidade, freguesia, distrito, biorregi\u00e3o<sup>2<\/sup>, etc.) &#8211; possa fazer o seu projeto em qualquer \u00e1rea de atividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No modelo de cooperativas integrais a emergir nesta rede, cada projeto &#8211; dentro de cada cooperativa &#8211; tem autonomia de gest\u00e3o, ou seja, as pessoas que o desenvolvem decidem como o v\u00e3o fazer, os pre\u00e7os que praticam, os\/as seus\/suas clientes, entre outros. As cooperativas poder\u00e3o definir princ\u00edpios ou m\u00e9todos que devem guiar a atua\u00e7\u00e3o dos seus membros nas suas atividades, mas t\u00eam uma estrutura descentralizada, dando liberdade de atua\u00e7\u00e3o aos seus membros e reduzindo o tempo despendido com os processos de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row css=&#8221;.vc_custom_1737761707523{margin-top: 10px !important;}&#8221;][vc_column width=&#8221;2\/3&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cooperativas devem ser autosustentadas pelas atividades dos seus membros, sendo financiadas atrav\u00e9s do pagamento de quotas mensais, taxas administrativas (uma percentagem da fatura\u00e7\u00e3o que fica para a cooperativa), ou fazendo combina\u00e7\u00f5es de ambos. Com estas receitas, as cooperativas pagam os servi\u00e7os de contabilidade, tesouraria, administra\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o, ou outros que entendam necess\u00e1rios ao funcionamento da sua estrutura para dar suporte \u00e0s atividades dos\/das seus\/suas cooperadores\/as. Se sobrar dinheiro, os seus membros decidem como dever\u00e1 ser utilizado (p. ex. apoiar o desenvolvimento de projetos sociais, organizar eventos que promovam a colabora\u00e7\u00e3o e conv\u00edvio dos seus membros, financiar iniciativas dos seus membros, entre outros).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para al\u00e9m de baixarem os custos e tempo despendido com processos burocr\u00e1ticos e permitirem que os seus membros se dediquem de facto aos seus projetos, as cooperativas permitem que eles e elas encontrem situa\u00e7\u00f5es com maior prote\u00e7\u00e3o social, em compara\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o a que os\/as trabalhadores\/as independentes est\u00e3o sujeitos\/as. Nesse sentido, atrav\u00e9s do chamado Acordo Cooperativo, poder\u00e3o retirar um sal\u00e1rio e ser registados na Seguran\u00e7a Social como trabalhadores\/as por conta de outrem, permitindo-lhes ter um acesso mais facilitado aos apoios sociais do que na situa\u00e7\u00e3o de recibos verdes, como o direito ao subs\u00eddio de doen\u00e7a em caso de baixa m\u00e9dica, subs\u00eddio de desemprego, de paternidade e maternidade.[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;8150&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1737743759725{margin-top: -10px !important;}&#8221;]<span style=\"color: #6a096a;\"><strong>Oficina de aprendizagem de costura, na CooLabora<\/strong><\/span> (Covilh\u00e3)[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row css=&#8221;.vc_custom_1737761833057{margin-top: 10px !important;}&#8221;][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cooperativas integrais tamb\u00e9m promovem o princ\u00edpio segundo o qual, dentro de um territ\u00f3rio, as pessoas compram os produtos e servi\u00e7os entre si, fortalecendo assim o desenvolvimento local, a cria\u00e7\u00e3o de rendimentos e promovendo a soberania alimentar e econ\u00f3mica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Divulgando as iniciativas dos seus membros nos meios de comunica\u00e7\u00e3o da cooperativa (p. ex. s\u00edtios na internet, redes sociais), permitem dar maior visibilidade aos seus projetos do que fazendo apenas a divulga\u00e7\u00e3o pelos meios individuais de cada membro. Criando elos de liga\u00e7\u00e3o entre membros, fomentam sinergias, quer para desenvolver projetos maiores, quer para trazerem clientes uns\/umas para os\/as outros\/as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitas vezes, as cooperativas integrais t\u00eam espa\u00e7os comuns como mercearias, que vendem produtos dos e das produtoras locais, criando alternativas \u00e0s grandes superf\u00edcies que raramente vendem produtos locais ou, quando o fazem, oferecem m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de pagamento \u00e0s\/aos suas\/seus fornecedoras\/es. Por vezes, tamb\u00e9m t\u00eam restaurantes e fornecem cantinas escolares com produtos de agricultores\/as locais. Tamb\u00e9m \u00e9 comum terem espa\u00e7os de trabalho partilhados (escrit\u00f3rios, oficinas), reduzindo os custos de arrendamento de espa\u00e7os, de investimento e manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos. Podem tamb\u00e9m ter sistemas de microcr\u00e9dito, que financiam projetos dos seus membros com condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis e angariar investimento de investidores externos.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row css=&#8221;.vc_custom_1737761746567{margin-top: 10px !important;margin-bottom: 10px !important;}&#8221;][vc_column][vc_single_image image=&#8221;8152&#8243; img_size=&#8221;large&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; css=&#8221;&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para al\u00e9m de facilitarem a cria\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios e projetos sociais, os projetos de habita\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito importantes. As cooperativas permitem organizar a compra ou arrendamento de im\u00f3veis (terrenos ou casas), realizar os processos de constru\u00e7\u00e3o, tendo o alvar\u00e1 para o fazer, ou contratualizar esses servi\u00e7os com empreiteiros\/as externos\/as, aceder a financiamentos na banca ou a outro tipo de investidores. Ao permitirem o acesso \u00e0 habita\u00e7\u00e3o a pre\u00e7os mais acess\u00edveis, melhora-se o poder de compra das pessoas, reduz-se o risco de se ficar sem casa e a press\u00e3o exercida sobre as pessoas para terem rendimentos altos, permitindo-lhes ter mais tempo livre para a fam\u00edlia, amigos\/as, para a comunidade e assim seguir os seus sonhos.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cooperativas integrais s\u00e3o feitas dos projetos que os seus membros desejem desenvolver. Evocaram-se aqui algumas ideias, mas muitas mais podiam ser elencadas para ilustrar como estas estruturas podem ser utilizadas. N\u00e3o seguem f\u00f3rmulas \u00fanicas, e cada uma tem as suas caracter\u00edsticas e modelos. A sustentabilidade econ\u00f3mica \u00e9 a base para o sucesso das mesmas. A participa\u00e7\u00e3o ativa dos membros, independentemente de pertencerem \u00e0 dire\u00e7\u00e3o, \u00e9 essencial para que a intelig\u00eancia coletiva, as compet\u00eancias dos seus membros e a transpar\u00eancia sejam asseguradas e para evitar estruturas hierarquizadas e corruptas que levaram \u00e0 fal\u00eancia e descredibiliza\u00e7\u00e3o das cooperativas, especialmente nos anos 80 e 90 em Portugal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00e9todos de governan\u00e7a eficientes devem ser implementados para que as reuni\u00f5es sejam curtas e tragam um sentimento de satisfa\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas. Apesar de existirem valores que as cooperativas devem promover (e cada uma define os seus) e que os seus membros devem respeitar nos seus projetos, devem-se respeitar as diferen\u00e7as de opini\u00e3o, de projetos e abordagens, e n\u00e3o torn\u00e1-las ve\u00edculos ideol\u00f3gicos e de dogmas que criem conflitos. As pessoas t\u00eam formas de ver o mundo diferentes e que v\u00e3o evoluindo com o tempo, e t\u00eam no\u00e7\u00f5es de justi\u00e7a, sustentabilidade, de como fazer um neg\u00f3cio, por vezes distintas. Nesse sentido, a maioria dos projetos t\u00eam marca pr\u00f3pria, ao inv\u00e9s de utilizarem a marca comum de toda cooperativa.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;2\/3&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <span style=\"color: #d88b39;\"><a style=\"color: #d88b39;\" href=\"https:\/\/redecoopintegral.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Rede de Cooperativas Integrais<\/strong><\/a><\/span> serve para ajudar os processos que cada cooperativa est\u00e1 a desenvolver, atrav\u00e9s da partilha de conhecimentos, de ferramentas, de contactos e de recursos. J\u00e1 organizou tr\u00eas F\u00f3runs, que s\u00e3o momentos de partilha de conhecimentos sobre gest\u00e3o de cooperativas, quest\u00f5es de legalidade e fiscalidade, aprendizagem de novos modelos cooperativos, de celebra\u00e7\u00e3o do movimento, e que servem tamb\u00e9m para criar la\u00e7os entre as cooperativas, por forma a aumentar a troca de produtos e servi\u00e7os entre elas e outros elos de solidariedade. Servem tamb\u00e9m para pessoas e grupos que pensam criar cooperativas integrais, poderem aprender mais sobre este modelo e as suas m\u00faltiplas aplica\u00e7\u00f5es. Para al\u00e9m disso, organizam-se durante o ano forma\u00e7\u00f5es, reuni\u00f5es mensais, divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do boletim informativo da Rede e outras colabora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;8154&#8243; img_size=&#8221;medium&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; img_link_target=&#8221;_blank&#8221; css=&#8221;&#8221; link=&#8221;https:\/\/redecoopintegral.org\/&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Para saber mais&#8221; font_container=&#8221;tag:h3|text_align:left|color:%23D88B39&#8243; google_fonts=&#8221;font_family:Anton%3Aregular|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1737761793672{margin-top: 20px !important;margin-bottom: 10px !important;}&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1737762202301{margin-top: 20px !important;margin-bottom: 40px !important;}&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #d88b39;\"><a style=\"color: #d88b39;\" href=\"https:\/\/www.jornalmapa.pt\/2023\/03\/17\/proxima-paragem-cooperativas-integrais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Pr\u00f3xima Paragem: Cooperativas Integrais<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.jornalmapa.pt\/2023\/10\/29\/practicas-para-um-futuro-com-o-qual-valha-a-pena-sonhar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><span style=\"color: #d88b39;\">Pr\u00e1ticas para um futuro com o qual valha a pena sonhar<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][lab_button title=&#8221;Comentar&#8221; type=&#8221;standard&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Foutraseconomias.pt%2Foutrasec%2Fcontactos%2F|target:_blank&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1737744915828{margin-top: 10px !important;}&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;180px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;O Cooperativismo Integral em Portugal&#8221; font_container=&#8221;tag:h1|text_align:left|color:%236A096A&#8221; google_fonts=&#8221;font_family:Anton%3Aregular|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1737742649133{margin-top: 60px !important;}&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1737756446576{margin-top: 10px !important;}&#8221;]Jorge Gon\u00e7alves, PorVir Tempo aproximado de leitura: 10 minutos[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;] O cooperativismo integral tem crescido significativamente em Portugal, existindo uma Rede de Cooperativas Integrais, constitu\u00edda atualmente por cooperativas distribu\u00eddas de norte a sul do pa\u00eds, em zonas urbanas e rurais, no litoral&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8012,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"h5ap_radio_sources":[],"footnotes":""},"portfolio_category":[268],"portfolio_tag":[],"class_list":["post-8148","portfolio","type-portfolio","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","portfolio_category-revistan5"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio\/8148","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio"}],"about":[{"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/types\/portfolio"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8148"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio\/8148\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8188,"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio\/8148\/revisions\/8188"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8012"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8148"}],"wp:term":[{"taxonomy":"portfolio_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_category?post=8148"},{"taxonomy":"portfolio_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/outraseconomias.pt\/outrasec\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_tag?post=8148"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}